Login ou Esqueceu a sua senha?
E-mail:
senha

Estudo Dirigido - AMÓS - EM BUSCA DA VIDA


 

Estudo IV - ENCONTRO TEMIDO



Amós 4:12


Amós começa chamando as mulheres de Israel de “vacas” de Basã, porque elas pressionavam seus maridos a oprimirem os outros em benefício próprio. Basã era uma região pastoril a leste do Jordão e simbolizava as esposas dos opressores que se beneficiavam dos luxos que eles lhes proviam. Essas amantes do materialismo estariam entre as primeiras a serem arrancadas de seus luxos elevadas cativas (Amós 4:1-3). A tentativa de Deus de levar Israel ao arrependimento envolve cinco castigos. Mas essas advertências não conseguem persuadir o povo, que recusa atender às palavras do profeta. Por não se arrependerem, eles teriam que encontrar-se com seu Deus e Seu juízo.


As vacas de Basã - Amós 4:1-3: Essas mulheres oprimiam os pobres.


Por que os que oprimem os pobres são condenados na Bíblia? (Mat.25:35-40).


A idéia de opressão está relacionada com a cobiça e o amor ao dinheiro (I Tim.6:10). Embora a Bíblia certamente não seja contra aqueles que têm dinheiro, certamente ela adverte contra os que oprimem e enganam, especialmente os pobres, a fim de enriquecer.


As mulheres de Samaria - o profeta as denuncia e chama de “vacas de Basã”. Em vez de serem as guardiãs da sociedade, elas engordavam como as vacas de Basã, região rica em pastagens, e representam um estilo de vida que deixa de lado todos os valores morais e espirituais.


Acusando assim as mulheres, não era a intenção do profeta aliviar a responsabilidade dos homens.


Diante de pecados tão repugnantes e de aberta rebelião contra Deus, o juízo divino era inevitável. O caráter de Deus não tolera a iniqüidade. A troca de uma vida centrada em Deus por uma vida egoísta, esmagando os pobres e os necessitados- esta foi a escolha que Israel fez.


A Santidade de Deus - (Amós 4:2; Isa.57:15) – Obviamente, Deus recusa aceitar o pecado em qualquer de suas formas. A santidade de Deus, que se manifesta no juízo, não é incompatível com Sua misericórdia e piedade. A santidade de Deus, que se manifesta no juízo, não é incompatível com sua misericórdia e piedade. Ele não deixa Seu povo sem esperança. É por isso que uma mensagem de juízo sobre a conduta de Israel é acompanhada de uma mensagem de restauração: “ Prepare-se para encontrar-se com o seu Deus, ó Israel” (Amós 4:12).


Leia Amós 4:4 e 5 - Deus, por meio de Amós, está usando cada recurso possível para chamar a atenção dos israelitas, a fim de certificar-Se de que eles entendem suas advertências. Nos versos 4 e 5, Ele recorre á ironia, chamando o povo para ir a Betel e Gilgal, sede da idolatria, a fim de mostrar seu zelo à falsa adoração.


O profeta Oséias se referia freqüentemente a Efraim, líder da apostasia entre as tribos de Israel, como símbolo da nação apóstata. Israel é incapaz de discernir o resultado desastroso de seu curso de pecado, as dez tribos logo deveriam ser “errantes entre as nações”. Em vez de afastar-se daquelas coisas que enfraqueciam a nação, os líderes gabavam-se de que quando chegasse a ocasião, eles atingiriam o poder político que desejavam, firmando alianças com os pagãos.


Leia sobre os cinco castigos que Deus avisa que vai enviar (Amós 4:6-11).


O mais triste nestes versos não são tanto os castigos terríveis que caem sobre Israel, mas sua constante recusa a aprender com eles.


Se existe um assunto em que a Bíblia é clara, é este: Haverá um julgamento. É difícil imaginar como um Deus que, vez após vez, Se refere a Si mesmo como justo (Deut.32:4; Isa.45:21; Jer.23:5), não exercerá um juízo no fim dos tempos. Pecados demais, iniqüidades demais, males demais foram cometidos na Terra para um Deus de justiça não manifestar, em determinado tempo e de alguma maneira, essa justiça.


Por mais que Deus, por meio de Cristo, haja revelado Seu amor para nos salvar; por mais que o Céu tenha gasto para oferecer salvação à humanidade- Deus nunca força a vontade. As pessoas recebem livre-arbítrio para a decisão mais importante de sua vida: Servir a Deus com fidelidade, arrependimento e obediência, ou não.


Os últimos anos do malfadado reino de Israel foram assinalados pela violência e derramamento de sangue como jamais havia sido testemunhado, mesmo nos piores períodos de lutas e inquietação sob a casa de Acabe. Por mais de dois séculos, os governantes das dez tribos haviam estado a semear ventos; agora colhiam tempestade. Rei após rei havia sido assassinado a fim de abrir caminho para que outros ambiciosos reinassem. Todo princípio de justiça fora posto de lado; os que deviam ter-se posto ante as nações da Terra como depositários da graça divina “ aleivosamente se houveram contra o Senhor” (Oséias 5:7) e uns contra os outros”.


 
Envie esta página à um(a) amigo(a)